Visita ao Inhotim


Ao visitarmos o Museu do Inhotim, a sala foi dividida em grupos que escolheram suas respectivas galerias para fazer uma visita principal. Assim, meu grupo e eu seguimos para a galeria da fotógrafa e ativista Claudia Andujar. Nela contemplamos exposições de fotografias que retratavam principalmente elementos da Amazônia e dos indígenas Yanomami, e fomos instruídos a fazer uma análise das obras para depois ler suas descrições. A galeria em si contrastava bem com o ambiente da floresta em volta, chamando atenção por ser uma estrutura muito grande de tijolos. Segue aqui meus desenhos de observação:


Vista Interna, galeria Claudia Andujar



Vista Externa, galeria de Claudia Andujar

Após o almoço, estávamos livres para visitarmos as galerias de nosso interesse, e assim percorremos grande parte da extensão do Inhotim, visitando o máximo de galerias que pudéssemos. Eu nunca tinha ouvido falar desse museu mesmo ele sendo o maior museu a céu aberto da América Latina, por isso estive maravilhada com tudo que meus olhos enxergavam, tanto com o incrível paisagismo quanto com as galerias e suas obras. Porém, tive um choque de realidade ao ouvir a história por trás e tudo que o Inhotim representa para a população de Brumadinho. Mesmo que eu tenha gostado de conhecer e acho válido as pessoas fazerem o mesmo, não se pode glorificar um lugar que concentra tanto dinheiro (ainda por cima, por lavagem) na mão de pouquíssimas pessoas, e que também foi/é responsável pelo sofrimento de nativos e de uma cidade inteira.

No mais, foi uma experiência interessante que valeu muito ter ido e ter conhecido obras importantes de arquitetos e artistas renomados. Apesar de muito quente e cansativo, pude me divertir bastante. Segue algumas fotos tiradas por mim:









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