Seminário Design de Interação

    Neste seminário, os grupos tiveram que escolher três obras para discutirem sobre a virtualidade ou potencialidade, magia da ignorância ou da experiencia de cada uma delas, além de sua obstaculizarão, relação com o espaço e se eram um objeto ou um não-objeto.

    Meu grupo - (1) Ana Carolina Santana, Bernardo Reis, Gabriella Morais, Luiza Cortines, Raphael Pais e Yaluny Pantaleão - escolheu as seguintes obras:


    Inchworms, de Artur Ganson

Inchworms (= minhocas) é uma obra que possibilita pouca exploração para o público, uma vez que este esteja limitado a apenas empurrar o carrinho para fazer as minhocas se movimentarem. Ela se aproxima de um objeto por sua caracterização de coisas já conhecidas - minhocas e o próprio carrinho - e desempenharia seu papel em qualquer espaço que estivesse, além de ser uma obstacularização no ambiente que se insere.


Open Burble, por Usman Haque

Open Burble, apesar de apresentar interação limitada de um grande público, é uma obra que explora a magia da ignorância, pois desperta no mesmo público a curiosidade sobre o seu funcionamento. Ela não foi projetado para um lugar específico, porém sua dimensão faz com que não se encaixe em qualquer espaço, além de ser obstacularizante. Sua composição, embora seja pautada de objetos conhecidos, como balões e leds, flerta com o não objeto ao se mostrar uma grande rede formada por esses objetos, mas sem forma aparente.


Little Boxes, por Bego M. Santiago

Little Boxes é uma obra que dialoga com a magia da experiência, porém tem sua potencialidade limitada, visto que todas as cenas emitidas pelos projetores nas caixas são pré-programadas, e então, após a primeira experiência, o encanto do expectador desaparece por já conhecer a obra. As caixas como tela caracterizam a obra como objeto, que poderia ser alocada em qualquer local devido a solidez das caixas, que também a colocam como uma obstacularização no espaço.




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